O afeto deverá estar presente em todos os momentos de atenção a um ser frágil como a criança. Os sentidos de um bebê funcionam como a porta de entrada para o mundo. Nos primeiros oito meses de vida, enquanto sentar e o engatinhar vão acontecendo, estimular corporalmente é essencial para a descoberta do corpo.
A vida dos bebês não se restringe unicamente a comer, dormir, fazer xixi. São importantes exercícios para seu desenvolvimento com bolas, massagens e exploração em barra fixada na parede para auxiliá-lo a sustentar o corpo em pé, como apoio.
Os estímulos auditivos chegam através de cantigas, conversas e brinquedos musicais. Da mesma forma deve-se apresentar e oferecer objetos com cores bem vivas para que a discriminação visual não fique limitada a tons pálidos. O ambiente ao alcance das mãos, olhos e ouvidos deve estar arrumado de maneira que possa interagir sozinha.
Para as conquistas que chegam como: andar, engatinhar, montar cubos será necessária “uma maturidade racional e emocional do adulto que se relaciona com ela.” Cabe ao adulto assegurar à criança condições para que ela possa se organizar e realizar conquistas que a sua maturidade lhe permite.
A experimentação é a atividade primeira dos bebês, que estarão provando, mexendo, lambuzando-se de papa com suas mãos. Sua comida é fonte de experimentação e o adulto deve entendê-lo como tal.
A boca tem papel importante nos primeiros anos de vida, pois é a boca que lhe permite emitir sons como grito, choro, risos e proporcionará o prazer dos alimentos.
Dos seis aos doze meses, os livros não necessitam de muito texto e sim ilustrações grandes referentes a um tema, principalmente se acompanhados de sonoridade. Os assuntos dizem respeito aos hábitos, brinquedos que usa e seu cotidiano. A oralidade está se instalando; cresce seu interesse em ouvir o mundo e as pessoas.
Cada pessoa tem um ritmo e construirá seu desenvolvimento dentro de suas condições genéticas, em combinação como que lhe será dado e as condições ambientais.
Importante lembrar:
- Fale normalmente com a criança, sem diminutivos que não acrescentam nada em seu desenvolvimento qualitativo e quantitativo da fala;
- Ajude a criança a arriscar-se na oralidade, fazendo perguntas claras sobre o objetivo do gesto que ela está executando;
- Cante, faça gestos que acompanhem o ritmo ou a canção, abuse de brincadeiras com sons e use instrumentos como recursos estimulantes;
- Explore sons dos objetos e situações domésticas, invente instrumentos com material de refugo.
vc tem algum post sobre alimentação em bebes? o meu de 10 meses só come na marra mesmo!
TENHO UMA MENINA DE 18 MESES, ELA É MUITO SAPECA, NUNCA TEM APETITE PARA COMIDA, OQUE FAZER?
EXPERIMENTE FAZER UMA COMIDINHA MAIS COLORIDA E BRINQUE NA HORA QUE FOR DAR A ELA.COM MEU FILHO FUNCIONA MUITO BEM!
Com meu filho, a melhor coisa que encontrei para ajudar na hora da comidinha foi o entretenimento com vídeos musicais. Colocava pra ele o DVD do Cocoricó, por exemplo, e, enquanto isso, ele comia tudo!!