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	<title>PSICOEDUCAÇÃO</title>
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	<description>Sobre Desenvolvimento Humano, Psicologia e Educação</description>
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		<title>A relação médico-paciente na pediatria</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 15:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciene Rochael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Considerando a grande demanda de atendimento à crianças e adolescentes, penso ser necessário abordar a importante relação do médico-paciente na pediatria. A maioria das crianças chegam à clínica de psicologia encaminhadas pelo pediatra. Sabemos que a comunicação tem um papel crucial na prática da medicina, principalmente na pediatria. Alguns pesquisadores restringiram sua análise à interação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=717&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2012/01/j04393331.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-889" title="j0439333" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2012/01/j04393331.jpg?w=212&#038;h=300" alt="" width="212" height="300" /></a>Considerando a grande demanda de atendimento à crianças e adolescentes, penso ser necessário abordar a importante relação do médico-paciente na pediatria. A maioria das crianças chegam à clínica de psicologia encaminhadas pelo pediatra.</p>
<p>Sabemos que a comunicação tem um papel crucial na prática da medicina, principalmente na pediatria. Alguns pesquisadores restringiram sua análise à interação materna com relação à consulta e a díade mãe/médico.  Não temos dúvidas que os pais tem um importante papel na consulta pediátrica em função do convívio diário e das informações sobre o estado de saúde de seus filhos.</p>
<p>Todavia, o fato do médico do médico dirigir-se principalmente aos pai não deve ser entendido como desinteresse pelo que a criança pensa, reflete, principalmente, uma dificuldade dos médicos de abordá-las verbalmente ou, mesmo uma crença que elas podem não compreender suas explicações. Não divulgar as informações à criança é uma forma de preservá-la.</p>
<p>Segundo alguns estudos, a comunicação direta entre a criança e o médico contribui para melhorar a adesão ao tratamento, satisfação com o atendimento e melhor prognóstico. Pesquisas observacionais documentaram que as crianças têm interesse nas informações clínicas e retêm as informações melhor que os adultos. Programas para controle de enurese e encoprese apresentaram-se efetivos quando registraram a participação ativa da criança no tratamento. Inclusive a comunicação direta do médico com a criança, nas doenças crônicas como asma, diabetes e epilepsia, é avaliada como positiva pelos pais, resultando em maior satisfação parental e adesão aos esquemas de tratamento propostos pelo médico para os filhos. A participação direta da criança no controle da doença ocasiona uma mudança fundamental na sua qualidade de vida. Em primeiro lugar, os sintomas se tornam menos assustadores quando as crianças conhecem a fisiologia e a possibilidade de um bom prognóstico, a prevenção é mais fácil quando se conhecem os fatores que desencadeiam as crises.</p>
<p>O grau de escolaridade é outra importante que talvez influa nas explicações infantis sobre doenças. Possivelmente, crianças de séries mais adiantadas tenham uma melhor compreensão de causalidade de ciências que aborda a fisiologia humana e os cuidados com a saúde.</p>
<p>Todavia, a dinâmica interativa médico/criança/mãe nem sempre é fácil.  No geral os pediatras parecem se identificar mais com a criança, com o qual mantém uma interação mais calorosa do que com as mães. Os estudos mostram que há momentos de embate, por exemplo, quando a  mãe descreve os sintomas de forma não satisfatória, é prolixa ou é considerada &#8221; má informante&#8221;.</p>
<p>Segundo Tates e cols (2002), nota-se um esforço crescente da pediatria para envolver a criança na interação, dirigindo-lhe o olhar e formulando perguntas diretas. A interação afetiva e amistosa cria uma boa relação interpessoal. Assumir a função de lidar com os aspectos dinâmicos, trouxe uma tarefa a mais para os profissionais da saúde, para a qual nem sempre estão preparados, já que as habilidades comunicativas com crianças raramente fazem parte do currículo de medicina e enfermagem. Uma das tarefas é instrumentar os profissionais a lidar com os recursos dinâmicos e comunicativos, levando em conta a idade e o desenvolvimento do paciente. No entanto, a pouca participação da criança não resulta, apenas, da habilidade do médico em conversar com elas, mas depende, do contexto social mais amplo, onde há um jogo de poderes entre diferentes participantes, à idades, ao gênero, às classes sociais, que se reflete na estruturação dos serviços de saúde e até nas políticas públicas.</p>
<p><strong>Referência bibliográfica:</strong></p>
<p>CREPALDI, M.; LINHARES, B.; organizadoras. Temas em psicologia pediátrica &#8211; São Paulo: Casa do Psicológo, 2006. p. 57.</p>
<br />Filed under: <a href='http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/category/psicologia-e-educacao/'>Psicologia e Educação</a>, <a href='http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/category/uncategorized/'>Uncategorized</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/psicologiaeeducacao.wordpress.com/717/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/psicologiaeeducacao.wordpress.com/717/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/psicologiaeeducacao.wordpress.com/717/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/psicologiaeeducacao.wordpress.com/717/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/psicologiaeeducacao.wordpress.com/717/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/psicologiaeeducacao.wordpress.com/717/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/psicologiaeeducacao.wordpress.com/717/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/psicologiaeeducacao.wordpress.com/717/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/psicologiaeeducacao.wordpress.com/717/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/psicologiaeeducacao.wordpress.com/717/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/psicologiaeeducacao.wordpress.com/717/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/psicologiaeeducacao.wordpress.com/717/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/psicologiaeeducacao.wordpress.com/717/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/psicologiaeeducacao.wordpress.com/717/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=717&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Os números de 2011</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 18:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciene Rochael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog. Aqui está um resumo: O Museu do Louvre, em Paris, é visitado todos os anos por 8.5 milhões de pessoas. Este blog foi visitado cerca de 120.000 vezes em 2011. Se fosse o Louvre, eram precisos 5 dias para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=713&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.</p>
<p><a href="/2011/annual-report/"><img src="http://www.wordpress.com/wp-content/mu-plugins/annual-reports/img/emailteaser.jpg" alt="" width="100%" /></a></p>
<p>Aqui está um resumo:</p>
<blockquote><p>O Museu do Louvre, em Paris, é visitado todos os anos por 8.5 milhões de pessoas. Este blog foi visitado cerca de <strong>120.000</strong> vezes em 2011. Se fosse o Louvre, eram precisos 5 dias para todas essas pessoas o visitarem.</p></blockquote>
<p><a href="/2011/annual-report/">Clique aqui para ver o relatório completo</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/category/uncategorized/'>Uncategorized</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/psicologiaeeducacao.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/psicologiaeeducacao.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/psicologiaeeducacao.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/psicologiaeeducacao.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/psicologiaeeducacao.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/psicologiaeeducacao.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/psicologiaeeducacao.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/psicologiaeeducacao.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/psicologiaeeducacao.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/psicologiaeeducacao.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/psicologiaeeducacao.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/psicologiaeeducacao.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/psicologiaeeducacao.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/psicologiaeeducacao.wordpress.com/713/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=713&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Yoga para crianças</title>
		<link>http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/2011/11/22/yoga-para-criancas/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 16:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciene Rochael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Infantil e Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[A última edição da Revista Vida Simples ( ed. 112, Dezembro de 2011) trouxe uma matéria interessante  sobre &#8221; Ioga para menores&#8221;, discutindo como a prática ensina as crianças a lidarem melhor com as emoções desde cedo. Como tenho buscado conhecer melhor essa prática e seus benefícios, resolvi pesquisar um pouco mais para publicar este [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=704&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/11/criancas_ioga.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-705" title="criancas_ioga" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/11/criancas_ioga.jpg?w=692" alt=""   /></a>A última edição da Revista Vida Simples ( ed. 112, Dezembro de 2011) trouxe uma matéria interessante  sobre &#8221; Ioga para menores&#8221;, discutindo como a prática ensina as crianças a lidarem melhor com as emoções desde cedo. Como tenho buscado conhecer melhor essa prática e seus benefícios, resolvi pesquisar um pouco mais para publicar este post.</p>
<p>Segundo a matéria da Vida Simples, a procura pela yoga infantil tem aumentado a cada ano e atrai os pequenos porque as aulas são incrivelmente lúdicas. Um ganho um importante para as crianças é que a yoga estimula a consciência corporal através dos gestos e posturas, trabalhando a psicomotricidade, a coordenação motora e lateralidade, aponta a pedagoga e professora de Yoga, Vania Lucia Slavero de Curitiba.</p>
<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/11/ioga3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-706" title="ioga3" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/11/ioga3.jpg?w=692" alt=""   /></a>O Yoga é recomendado para pessoas de todas as idades, uma vez que a sua prática além de trabalhar o corpo e a mente, promove também o desenvolvimento do indivíduo em todas as suas dimensões. Postura correta; capacidade de respirar profundamente; atenção e concentração reforçadas; mente alerta, consciente e criativa e uma atitude positiva perante a vida são benefícios preciosos que a prática regular proporciona, dotando a criança de instrumentos que a ajudam a descobrir um espaço interior harmonioso e equilibrado, e que se revelará uma componente essencial de sua identidade e personalidade. A prática do Yoga é importante e faz diferença na qualidade de vida dos pequenos, ensinando-os a relaxar, trabalhando a concentração e acalmando os movimentos.Mais centrada e calma, a quietude transforma a criança através dessa atividade física gentil, em uma pessoa que não vai ser estimulada pela competição desenfreada e catastrófica dos tempos atuais, comenta a professora de Yoga Suyanne Cid.</p>
<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/11/kids_yoga.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-707" title="kids_yoga" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/11/kids_yoga.jpg?w=300&#038;h=241" alt="" width="300" height="241" /></a><strong>Confira os benefícios apontados pela prática da Yoga:</strong></p>
<p>- Trabalha o tônus muscular, a postura corporal, o equilíbrio e a coordenação motora;</p>
<p>- Equilibra o sistema nervoso,endócrino e imunológico,</p>
<p>- Melhora a circulação sanguínea e reforça o aparelho respiratório;</p>
<p>- Promove o crescimento emocional e a capacidade de resistência;</p>
<p>- Aumenta a capacidade de relaxamento;</p>
<p>- Preserva e estimula a flexibilidade, a vitalidade, a imaginação, a criatividade, o sentido estético e a intuição;</p>
<p>- Desenvolve a iniciativa, a capacidade de ação, a autoconfiança, a disciplina, a concentração e a atenção;</p>
<p>- Amplia a autoconsciência do corpo e da mente da criança, bem como do mundo que a rodeia;</p>
<p>- Estimula a empatia, a cooperação e promove a consciência ecológica.</p>
<p>- Prática lúdica visando melhoria da atenção, concentração, capacidade respiratória, criatividade, alegria e calma.</p>
<h3><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/11/menino_ioga.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-708" title="menino_ioga" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/11/menino_ioga.jpg?w=692" alt=""   /></a>Quando meu filho pode praticar o yoga?</h3>
<p>As experiências do yoga com crianças dizem que a melhor idade para que elas comecem com os exercícios do yoga é a partir dos 4 anos. Alguns especialistas apontam que a melhor idade é a partir de 6 anos.  Nesta idade, as crianças já podem entender perfeitamente o que se pode esperar e o que se quer delas. O yoga está indicado a todos os meninos e meninas. Seu objetivo essencial é a busca do equilíbrio e da harmonia, e o controle do sentido da disciplina. É uma boa base para uma vida adulta alegre e saudável.</p>
<p>Enfim, eu sugiro que caso você tenha interesse em matricular seu filho na yoga, busque maiores informações com o profissional qualificado.</p>
<p><strong>Referências bibliográficas:</strong></p>
<p>www.guiainfantil.com.br</p>
<p>http://www.mandalayoga.com.br/yoga-para-criancas</p>
<p>www.revistavidasimples.com.br</p>
<p>http://www.namaskaryoga.com.br/</p>
<br />Filed under: <a href='http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/category/uncategorized/educacao-infantil-e-desenvolvimento/'>Educação Infantil e Desenvolvimento</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/psicologiaeeducacao.wordpress.com/704/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/psicologiaeeducacao.wordpress.com/704/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/psicologiaeeducacao.wordpress.com/704/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/psicologiaeeducacao.wordpress.com/704/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/psicologiaeeducacao.wordpress.com/704/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/psicologiaeeducacao.wordpress.com/704/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/psicologiaeeducacao.wordpress.com/704/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/psicologiaeeducacao.wordpress.com/704/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/psicologiaeeducacao.wordpress.com/704/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/psicologiaeeducacao.wordpress.com/704/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/psicologiaeeducacao.wordpress.com/704/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/psicologiaeeducacao.wordpress.com/704/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/psicologiaeeducacao.wordpress.com/704/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/psicologiaeeducacao.wordpress.com/704/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=704&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A modificação do temperamento na infância</title>
		<link>http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/2011/10/16/a-modificacao-do-temperamento-na-infancia/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 21:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciene Rochael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Infantil e Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Na infância, a relação entre o ser humano integral e o temperamento é estabelecida de modo um pouco diverso. Surge aqui certo deslocamento a ser observado pelos profissionais envolvidos no desenvolvimento e cuidado da criança. Podemos iniciar pela criança melancólica, suas formas do rosto têm traços delicados, o nariz e a boca são bem formados. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=697&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/10/j0422528.jpg"><img class="size-medium wp-image-699 alignleft" title="Little Boy Playing with Cell Phone in Class" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/10/j0422528.jpg?w=239&#038;h=300" alt="" width="239" height="300" /></a>Na infância, a relação entre o ser humano integral e o temperamento é estabelecida de modo um pouco diverso. Surge aqui certo deslocamento a ser observado pelos profissionais envolvidos no desenvolvimento e cuidado da criança.</p>
<p>Podemos iniciar pela <strong>criança melancólica</strong>, suas formas do rosto têm traços delicados, o nariz e a boca são bem formados. Nos olhos talvez evidencie mais um olhar um pouco pensativo, reflexivo.</p>
<p>Em toda a beleza de tal criança nota-se, um amadurecimento precoce. Na criança melancólica, a personalidade humana se manifesta extremamente cedo.  Frequentemente se constatará que são crianças de um corpo frágil, tendem mais ao melancólico. Seus traços são formados mais rapidamente, o nariz recebe mais cedo sua forma e a boca perde logo seu contorno infantil arredondado. Contudo, percebe-se que se trata de um desenvolvimento instalado  muito cedo, o que naturalmente pode ter suas grandes desvantagens. O temperamento melancólico de uma criança desafiará especialmente o educador a harmonizar os temperamentos, a fim de não se desenvolver uma unilateralidade muito grande. No melancólico, o eu da criança interfere muito fortemente no elemento &#8221; terra&#8221;, para poder, já muito cedo, moldar aí sua forma substancial.</p>
<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/10/j0402101.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-700" title="Little Girl Covering Ears" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/10/j0402101.jpg?w=300&#038;h=199" alt="" width="300" height="199" /></a>A <strong>criança colérica</strong> mostra apenas de leve, nas formas do rosto e do restante do corpo, o que no adulto se evidencia claramente. Em geral ela possui uma cabeça grande, com uma testa bem desenvolvida; tudo, porém ainda tende mais ao arredondamento: é comum inexistirem ângulos acentuados, ou, caso já existam, são atenuados e leves. Isto se aplica pronunciadamente ao nariz, cuja forma só se define após a puberdade. As narinas redondas são nitidamente notáveis. A ampla forma da boca e do queixo só se delineia lentamente, vindo a mostrar-se de todo apenas depois dos doze anos. Em relação aos membros, o tronco se desenvolve prematuramente, para desvantagem daqueles; os braços e as pernas são portanto, muito curtos em comparação com o tórax. Essas crianças, quando sentadas, parecem maiores do que na realidade são ao ficar de pé. O andar se aproxima do andar do colérico adulto precocemente, portanto, a criança tende a pisar forte com os calcanhares. Logo se revelará algo de fogoso, algumas vezes quase vulcânico. Talvez seja até acometido de acessos de choro, ficando a se lamentar ainda por longo tempo. Em tais situações, uma irrefreada força volutiva ascende das profundezas corpóreas. Quando uma criança colérica quer brincar ou vê algo que deseja possuir, enfurece-se com facilidade quando suas intenções são logo impedidas de realizar-se. Até os nove anos de vida, os sentimentos desempenham ainda um papel relativamente pequeno, permanecendo ancorado no elemento instintivo. Na adolescência, o sentir é fortemente dirigido pelo impulso instintivo caso a educação não tenha lhe preparado. O despertar da atividade artística bem como a educação trabalhando nesse rumo, são possibilidades de afastar as tendências explosivas e insensatas. A vida anímica do homem (seu pensar, sentir e querer) só é ordenada e harmonizada no decorrer de uma longa evolução de três decênios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/10/j0431655.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-701" title="Young Girl Jumping on Bed" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/10/j0431655.jpg?w=199&#038;h=300" alt="" width="199" height="300" /></a>A <strong>criança sanguínea</strong> parece significativamente mais harmônica do que a da colérica. Nela não costumam aparecer contrastes marcantes, capazes de provocar tanto acessos como explosões emocionais.  O que chama a atenção na criança sanguínea é a rapidez com que tanta coisa ocorre. Ela não pisa firme com os pés; saltita pela rua e interessa-se por tudo. Tudo é percebido com rapidez, porém igualmente esquecido depressa. O bem-estar dessa criança depende do ambiente em que ela vive. Tanto calor quanto frio, claridade e escuridão influenciam-na imediatamente. A disposição depende, ainda mais do que nos outros temperamentos, de ela estar satisfeita ou faminta, de a digestão transcorrer bem ou mal. Pode-se notar que o elemento móvel desempenha um grande papel junto a ela, mas existe uma diferença entre o sanguíneo adulto e o infantil. Na criança sanguínea se espelha a mobilidade de seus processos vitais: o modo como o ar é respirado e flui aos pulmões, como os sulcos digestivos perpassem os intestinos  e como se prepara o anaolismo do corpo. Essas crianças se tornam cobiçosas e famintas à mesa, servem-se rapidamente, calam-se e saboreiam o que lhes é oferecido.</p>
<p>Fica compreensível, porque a própria infância tende ao temperamento sanguíneo.</p>
<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/10/j0431029.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-702" title="Girl Enjoying Chocolate Milk" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/10/j0431029.jpg?w=300&#038;h=300" alt="" width="300" height="300" /></a>Igualmente interessante é o temperamento na <strong>criança fleumática</strong>, tudo o que se relaciona com a substância sólida é bem acentuado. A criança fleumática costuma superar as outras crianças também em peso. Em seu caso, acontece que a alimentação &#8220;cai bem&#8221;, ela gosta muito de comer e beber, acumulando, naturalmente, gordura com facilidade. Por causa do peso, os fleumáticos tendem a aprender a andar tarde. Só lentamente é que eles se decidem a superar a gravidade terrestre. Mas existem dois tipos de crianças fleumáticas: as primeiras são as fleumáticas naturais, roliças, bebês contentes, sempre dispostos a receber alimento sem que se tenha que obrigá-los a comer. As outras, são aquelas crianças que tiveram seu temperamento impingido de modo artificial, por meio da alimentação, vítimas de alimentação incorreta. Recebem leite excessivamente adicionado tanto de gordura quanto de farinha como ingrediente prematuro e demasiado. Em idade precoce, recebe caldos de carne, o que provoca uma indolência orgânica. Embora recebam destaque como &#8221; bebês premiados&#8221; em robustez, não oferecem aspecto agradável. As bochechas parecem disformes e o ser sucumbe às forças da gravidade, não conseguindo superá-las adequadamente.</p>
<p>Com esta apresentação dos temperamentos infantis, mostramos que é importante, tanto para a educação quanto para os profissionais envolvidos com a criança, a correta compreensão dos fatores orgânicos condicionantes do temperamento infantil que se poderão tomar medidas pedagógicas adequadas.</p>
<p><strong>Referência Bibliográfica:</strong></p>
<p>GLAS, Norbert. Os temperamentos: a face revela o homem. 5 ed. São Paulo: Antroposófica.</p>
<br />Filed under: <a href='http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/category/uncategorized/educacao-infantil-e-desenvolvimento/'>Educação Infantil e Desenvolvimento</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/psicologiaeeducacao.wordpress.com/697/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/psicologiaeeducacao.wordpress.com/697/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/psicologiaeeducacao.wordpress.com/697/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/psicologiaeeducacao.wordpress.com/697/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/psicologiaeeducacao.wordpress.com/697/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/psicologiaeeducacao.wordpress.com/697/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/psicologiaeeducacao.wordpress.com/697/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/psicologiaeeducacao.wordpress.com/697/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/psicologiaeeducacao.wordpress.com/697/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/psicologiaeeducacao.wordpress.com/697/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/psicologiaeeducacao.wordpress.com/697/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/psicologiaeeducacao.wordpress.com/697/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/psicologiaeeducacao.wordpress.com/697/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/psicologiaeeducacao.wordpress.com/697/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=697&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Lu Rochael</media:title>
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			<media:title type="html">Girl Enjoying Chocolate Milk</media:title>
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	</item>
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		<title>Cartilha sobre Abuso Sexual contra Crianças e Adolescentes</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 23:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciene Rochael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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			<media:title type="html">Lu Rochael</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>O desenvolvimento das competências emocionais na infância</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 16:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciene Rochael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia e Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[O desenvolvimento emocional é um dos aspectos importantes de uma pessoa. Possuir competência emocional favorece as relações com os demais e consigo mesmo, melhora a aprendizagem, facilita a resolução de problemas e favorece o bem-estar pessoal e social. A inteligência emocional é formada por um conjunto de competências relacionadas à capacidade de administrar de forma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=691&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/09/j0430917.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-692" title="Young Boy Pretending to Fly" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/09/j0430917.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a>O desenvolvimento emocional é um dos aspectos importantes de uma pessoa. Possuir competência emocional favorece as relações com os demais e consigo mesmo, melhora a aprendizagem, facilita a resolução de problemas e favorece o bem-estar pessoal e social. A inteligência emocional é formada por um conjunto de competências relacionadas à capacidade de administrar de forma adequada as próprias emoções e, tambem, as alheias. Possuir inteligência emocional significa colocar em prática esse conjunto de competências, são elas:</p>
<p>CONSCIÊNCIA EMOCIONAL</p>
<p>Capacidade de estar consciente das próprias emoções e das emoções dos outros.</p>
<p>ADEQUAÇÃO EMOCIONAL</p>
<p>Capacidade de gerar, em si mesmo, as emoções apropriadas em um momento determinado. Isso inclui uma boa autoestima, atitude positiva diante da vida e responsabilidade.</p>
<p>HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS</p>
<p>Capacidade para manter boas relações com os outros.</p>
<p>HABILIDADES PARA A VIDA E O BEM-ESTAR EMOCIONAL</p>
<p>Comportamentos apropriados e responsáveis para confrontar aquilo que nos acontece, o que permite organizar nossa vida de forma sadia e equilibrada, facilitando experiências de satisfação e bem-estar. O bem-estar pessoal aparece quando experimentamos emoções positivas.</p>
<p>Compreende-se que possuir inteligência emocional é ser capaz de gerar emoções positivas e se relacionar satisfatoriamente com os outros. Porém, adquirir inteligência emocional não é fácil. É necessário treinamento e muita prática. Para ajudar pais e educadores no desenvolvimento da inteligência emocional das crianças, propõe-se atividades e exercícios para desenvolvimento dessas habilidades por meio de participação efetiva destes.</p>
<p>Pais e educadores podem contribuir em grande medida com o desenvolvimento das competências emocionais das crianças. O que é necessário, em primeiro lugar, é ter consciência da importância que isso pode ter em suas vidas.</p>
<p>Em segundo lugar, deve-se aceitar que são competências difíceis de desenvolver; é necessário muito tempo, esforço, comprometimento e treinamento. Necessita-se de paciência, repetição, insistência e treinamento diário!</p>
<p>Em terceiro lugar, deve-se estar disposto a investir tempo, esforço e atenção para ajudar as crianças a adequar melhor as emoções. Uma forma de fazê-lo é com perguntas. Essas perguntas devem ser formuladas no momento oportuno. Se possuímos a sensibilidade para fazer a pergunta adequada no momento certo, estaremos dando passoas adiante.</p>
<p>O tempo que os pais e os educadores profissionais dedicarem a ajudar as crianças para que administrem melhor as emoções será bem empregado. É uma tarefa que vale a penae que compensará no futuro!</p>
<p>Referências Bibliográficas</p>
<p>GROUP. Atividades para o desenvolvimento emocional nas crianças. Ed. Ciranda Cultural. 2009.</p>
<p>GOTTMAN, John. Inteligência Emocional e a Arte de Educar nossos Filhos. Ed. Objetiva. 1996.</p>
<p>KOTSU. Caderno de Exercícios &#8211; Inteligência Emocional. Ed. Vozes.</p>
<p>Agüera, L. Guilera. Além da Inteligência Emocional. CENGAGE LEARNING. 2009.</p>
<br />Filed under: <a href='http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/category/psicologia-e-educacao/'>Psicologia e Educação</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/psicologiaeeducacao.wordpress.com/691/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/psicologiaeeducacao.wordpress.com/691/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/psicologiaeeducacao.wordpress.com/691/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/psicologiaeeducacao.wordpress.com/691/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/psicologiaeeducacao.wordpress.com/691/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/psicologiaeeducacao.wordpress.com/691/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/psicologiaeeducacao.wordpress.com/691/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/psicologiaeeducacao.wordpress.com/691/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/psicologiaeeducacao.wordpress.com/691/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/psicologiaeeducacao.wordpress.com/691/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/psicologiaeeducacao.wordpress.com/691/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/psicologiaeeducacao.wordpress.com/691/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/psicologiaeeducacao.wordpress.com/691/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/psicologiaeeducacao.wordpress.com/691/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=691&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Dermatoses psicossomáticas na infância</title>
		<link>http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/2011/08/25/dermatoses-psicossomaticas-na-infancia/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 23:34:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciene Rochael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Infantil e Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Dermatoses psicossomáticas na infância Crianças também convertem tensões emocionais em doenças. Com certa freqüência, pediatras e dermatologistas encontram manifestações cutâneas de conflitos, temores e preocupações. Há pais que ficam surpresos, quando se afirma que a dermatose apresentada pela criança é reflexo de estados psicológicos vividos pelo paciente. Às vezes, argumentam que a criança não tem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=685&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/08/j04095101.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-687" title="Mother with Ill Daughter" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/08/j04095101.jpg?w=199&#038;h=300" alt="" width="199" height="300" /></a><strong>Dermatoses psicossomáticas na infância</strong></p>
<p>Crianças também convertem tensões emocionais em doenças. Com certa freqüência, pediatras e dermatologistas encontram manifestações cutâneas de conflitos, temores e preocupações.</p>
<p>Há pais que ficam surpresos, quando se afirma que a dermatose apresentada pela criança é reflexo de estados psicológicos vividos pelo paciente. Às vezes, argumentam que a criança não tem motivo de estresse, porque não lhe falta nada. Esses pais entendem que só o mundo dos adultos oferece ameaças ou motivos de pressão. É preciso lembrar, porém, que as crianças têm seu mundo mental e que são vulneráveis ao que se passa ao seu redor, porque dependem inteiramente dos adultos, não tendo como se defender. Para uma criança, as coisas que se passam com ela e os fatos que atingem os adultos dos quais dependem significam ameaças incontornáveis.</p>
<p><strong>Fantasias</strong></p>
<p>O mundo mental das crianças tem mais fantasias do que realidades. Se a criança recebe estímulos que geram fantasias ameaçadoras, cria medos infundados, mas que funcionam como realidade para elas. Recorde-se que o cérebro não analisa as imagens mentais; todas são por ele tomadas como realidade. É o caso do bicho papão, história utilizada para tornar a criança &#8220;boazinha&#8221;, a qual passa a funcionar como uma censura interna para qualquer desobediência. Outras histórias assustadoras, bem como ameaças, tratamentos ríspidos, apelidos humilhantes, exigências descabidas, atribuição de deveres que cabem a adultos vão criando temores, insegurança e inibições e, conseqüentemente, estresse.</p>
<p><strong>Contato físico</strong></p>
<p>Aspecto importante é a falta de contato físico, que, durante algumas gerações, foi ensinada de pais para filhos com a finalidade de não deixar a criança manhosa. Ainda hoje há quem acredite nisso. Na verdade, essa atitude gera insegurança, porque a necessidade de contato faz parte da natureza humana e é essencial na infância.</p>
<p>Também o afastamento muito precoce da mãe, por motivo de trabalho, e a colocação da criança numa creche logo aos quatro meses de idade é uma situação da qual a criança se ressente, pois ela precisa da presença da mãe para saber que tem controle da situação, para ter certeza de que, quando necessitar, a mãe estará ali para atendê-la. Além disso, sempre que a mãe se afasta a criança não sabe quando ela voltará ou se voltará. Sua sensação é de abandono. Tudo isso cria estresse.</p>
<p><strong>Família</strong></p>
<p>Presenciar desajustes familiares, como discussões e brigas entre os pais ou outros familiares, viver em ambiente de desavença doméstica e a presença de pai alcoólatra, que é uma desgraça em qualquer família, produz sensação de incerteza e insegurança, que mantém o organismo da criança sob estresse constante.</p>
<p><strong>Fatores externos</strong></p>
<p>Problemas externos, como falta de ambientação na escola maternal ou no jardim de infância, situações extremas, como assistir a um assalto à família ou a violência em casa, são outros elementos causadores de estresse.</p>
<p>Na atualidade, quando as crianças são submetidas a uma tremenda carga horária de televisão, os desenhos infantis, que são ricos em cenas de agressividade e maldades, além de figuras horrorosas e de monstros, constituem uma fonte de medo noturno e tensão.</p>
<p>A troca de escola, por ocasião de mudança da família, também pode gerar insatisfação, tristeza pela perda de um ambiente ao qual a criança estava acostumada e constrangimento por colegas inamistosos. Todos são fatores de estresse.</p>
<p>Qualquer que seja a origem da tensão a criança não tem recursos para se adaptar facilmente. A depender de sua habilidade, e também do trauma gerado pelo fato, a criança pode desenvolver sintomas psicossomáticos. No Japão, onde a educação é muito rígida e as crianças são impiedosamente exigidas na escola, tem sido observado um aumento de casos de gastrite e úlcera péptica em pequenos pacientes.</p>
<p>É preciso não esquecer as manipulações por meio de vergonha e culpa e, ainda, a ameaça de a criança perder o amor dos pais, se não agir da maneira prescrita. Isso leva a uma pressão muito grande e obriga a criança a estar o tempo todo tentando adivinhar o que os pais querem que ela faça para continuarem a amá-la.</p>
<p>Outra fonte de estresse é a perda de algum familiar pelo qual a criança tenha grande afeição. A tristeza que se segue ou a confusão mental criada pela ausência da pessoa sem que a criança saiba para onde foi geram uma tensão, que se prolonga por muito tempo.</p>
<p>Enfim, razões para estresse a criança tem em abundância e não possui meios para enfrentá-lo. Em conseqüencia, muitos quadros clínicos infantis estão relacionados com situações emocionais vividas pela criança.</p>
<p><strong>Manifestações cutâneas</strong></p>
<p>Na pele, as manifestações mais comuns atingem o couro cabeludo, o pigmento cutâneo, unhas e peles hipersensíveis.</p>
<p>No couro cabeludo são freqüentes quedas de cabelo localizadas, que formam áreas círculares lisas, desprovidas de folículos pilosos. É um quadro chamado <strong>pelada</strong> ou <strong>alopecia areata</strong>. Não há demonstração científica de que esta alteração é diretamente provocada pelo estresse, mas há freqüente coincidência da instalação de pelada com fases de estresse intenso. Isso leva à suposição de que haja uma correlação direta entre um fato e outro.</p>
<p>Também no couro cabeludo há um distúrbio curioso, que é o arrancamento de cabelos ou <strong>tricotilomania</strong>. A diferença para a <strong>pelada</strong> é que nesta alteração as áreas em que os cabelos foram arrancados são irregulares ou têm um desenho caprichoso e possuem cabelos normais, que ainda não foram arrancados. Surge de um tique nervoso, que a criança desenvolve, de puxar os cabelos por motivo da tensão. As sobrancelhas e os cílios também são arrancados, muitas vezes isoladamente.</p>
<p>O pigmento da pele, a melanina, é afetado em muitas crianças, que desenvolvem o quadro do vitiligo. Nem sempre existe estresse por trás do vitiligo, de modo que não se justifica a atitude de encaminhar toda criança com esta doença para psicoterapia. Entretanto, quando o estresse tem papel relevante, um terapeuta deve fazer parte do tratamento instituído.</p>
<p>As <strong>unhas</strong> são o tecido mais comumente agredido. É muito grande o número de crianças que aprende a desviar suas tensões para as unhas e cria o hábito de roê-las. Isso pode se transformar em verdadeira compulsão, que só a custa de muito esforço ou de psicoterapia será resolvido.</p>
<p>As peles hipersensíveis ou alérgicas sofrem uma influência imediata e intensa dos estados de tensão vividos pela criança. Um paciente com <strong>dermatite atópica</strong> ou sujeito a crises de <strong>urticária</strong> terá sua condição agravada e crises serão desencadeadas por influência de tensões emocionais. É muito difícil evitar a agudização dos processos, porque algumas crianças recebem, muitas vezes, a carga das tensões familiares, são o pára-raios da família, e, não tendo como resolver os problemas da família, desviam a pressão para seu próprio organismo. Uma pele hipersensível é o órgão de choque para descarregar essas tensões.</p>
<p>Outras manifestações ocorrem, dependendo da reação momentânea da criança. É, pois, importante levar em consideração o estado emocional da criança para evitar doenças psicossomáticas e para aliviar a carga que as emoções podem acrescentar a doenças existentes.</p>
<p>Fonte: http://www.dermatologia.net/novo/base/psiquismo/infancia.shtml</p>
<p>Colaboração:<a href="http://www.dermatologia.net/novo/base/colabora.shtml#RDA"> Dr. Roberto Azambuja</a> &#8211; Dermatologista</p>
<br />Filed under: <a href='http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/category/uncategorized/educacao-infantil-e-desenvolvimento/'>Educação Infantil e Desenvolvimento</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/psicologiaeeducacao.wordpress.com/685/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/psicologiaeeducacao.wordpress.com/685/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/psicologiaeeducacao.wordpress.com/685/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/psicologiaeeducacao.wordpress.com/685/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/psicologiaeeducacao.wordpress.com/685/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/psicologiaeeducacao.wordpress.com/685/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/psicologiaeeducacao.wordpress.com/685/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/psicologiaeeducacao.wordpress.com/685/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/psicologiaeeducacao.wordpress.com/685/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/psicologiaeeducacao.wordpress.com/685/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/psicologiaeeducacao.wordpress.com/685/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/psicologiaeeducacao.wordpress.com/685/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/psicologiaeeducacao.wordpress.com/685/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/psicologiaeeducacao.wordpress.com/685/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=685&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Lu Rochael</media:title>
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			<media:title type="html">Mother with Ill Daughter</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Anafalbetismo emocional</title>
		<link>http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/2011/07/02/anafalbetismo-emocional/</link>
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		<pubDate>Sat, 02 Jul 2011 23:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciene Rochael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia e Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando você parar de achar que compreende o seu filho&#8230; lhe restará a admiração, o sentimento, a brincadeira e o amor. Éric Baret &#160; Aprender a se conhecer, a desenvolver uma relação de estima consigo mesmo me parece tão importante quanto saber ler e escrever bem. No entanto, me pareceu curioso como profissionais da educação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=670&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/07/j0422551.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-671" title="Child Lying in a Tent" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/07/j0422551.jpg?w=200&#038;h=300" alt="" width="200" height="300" /></a><em>Quando você parar de achar que compreende o seu filho&#8230; lhe restará a admiração, o sentimento, a brincadeira e o amor.</em></p>
<p style="text-align:right;"><em>Éric Baret</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aprender a se conhecer, a desenvolver uma relação de estima consigo mesmo me parece tão importante quanto saber ler e escrever bem. No entanto, me pareceu curioso como profissionais da educação e pais tem supervalorizado a alfabetização, o desenvolvimento cognitivo  e aprendizagem de outra língua, inseridos cada vez mais cedo na vida das crianças. De fato, se tivéssemos os indicadores para poder calcular a taxa de analfabetismo emocional e corporal no final do período escolar, acho que os números seriam aterradores&#8230; começando pelo crescente aumento de crianças iniciando a psicoterapia com vários sintomas como: estresse, depressão, ansiedade, agressividade, hiperatividade, entre outros.</strong></p>
<p>São inúmeros os indivíduos que não aprenderam a se escutar, que tomaram o hábito de recalcar suas tensões e que não sabem que palavras podem traduzir o seu mal estar. A isto se vem juntar, no âmbito das estatísticas, as altas taxas de depressão, obesidade, suicídios e divórcios. Espero que um dia o &#8220;alfabetismo emocional&#8221; ( o seu próprio ser) seja ensinado nas escolas&#8230; Imagino-a na forma de um único ateliê: o do conhecimento de si mesmo. O ser humano seria compreendido em sua globalidade, cada parte remetendo à outra. O foco seria a aquisição de m reflexo de atenção às mensagens que o nosso corpo envia quando estamos perturbados, em vez de recalcar esta informação, como tantos de nós aprendemos a fazer. E assim, desenvolver a confiança em nossos sentimentos. Podemos explorar as diferentes &#8220;portas&#8221; de acesso a nós mesmos, duas das quais são privilegiadas: os sentimentos corporais e as emoções. A visão de um professor dedicado à inteligência corporal seria no sentido de que a criança redescobrisse a comodidade e o prazer de habitar seu corpo. Devemos orientar nossas crianças e jovens a aestarem disponíveis para escuta e a cuidar das suas necessidades físicas: movimentar-se, alimentar-se, relaxar de maneira saudável e respeitosa.</p>
<p>Temos de ensinar nossas crianças o ato de prestar atenção aos sinais do seu corpo quando exprime tensões, indisposições, contrariedades e inquietudes. Devemos lhes dar as chaves para aceitar e transformar esses mal-estares, através de:</p>
<p>- jogos: favorecendo os movimentos, rodas de reflexão.</p>
<p>- ritmar tempos de estudo: por momentos de concentração, relaxamento ou liberação de tensões corporais.</p>
<p>- prever momentos de expressão, de compartilhamento dos sentimentos psíquicos e suas mensagens.</p>
<p>- ter uma abertura por parte do professor às posições corporais (inquietude, conversas paralelas) julgadas como desrespeitosas, as quais associo mais ao cansaço e ao tédio.</p>
<p>- propor ateliês para desenvolver o sentido do ritmo: ritmica, eurritmia, dança, etc.</p>
<p>Quanto à inteligência emocional, poderíamos propor às crianças uma alfabetização. As mensagens veiculadas pelos sentimentos deveriam se tornar para eles como que placas de trânsito, cada um conheceria seu sentido. Por exemplo:</p>
<p>- tédio: poderiam ser apresentados como oportunidades de se conhecer melhor, convites para escutar a si mesmo;</p>
<p>- raiva: potência constrangedora que revela nossa inabilidade a exprimir nosso mal-estar.</p>
<p>- Medos: turbulências subterrâneas que se escondem tão bem&#8230; as crianças seriam estimuladas a buscá-los através dos sentimentos aparentes ou dos comportamentos provocadores.</p>
<p>- Surpresa: chave da nossa relação com o mundo emocional, a simples descoberta ajudaria a formar cidadãos abertos à diferença.</p>
<p>O aprendizado consiste em realizar nossos movimentos de fuga com relação a emoções que nos perturbam. E, em seguida, adquirir os meios de administrá-las: a capacidade de se concentrar, de prestar atenção em si mesmo, de se deixar surpreender pela energia que surge no coração&#8230;</p>
<p>Segue assim uma dica simples para iniciar com as crianças em casa ou na escola à expressão de seus sentimentos. Pinte um grande círculo no qual diferentes emoções correspondiam a uma cor. Antes do início do dia, das atividades, cada um deve escolher uma cor seguindo este código, sendo que as cores podem representar sua sensibilidade no momento. Assim, estamos oferecendo uma oportunidade para que o outro seja respeitado e considerado em sua individualidade e totalidade, além de aprender a lidar com seus sentimentos sem ter medo de aceitá-las, podendo reconhecê-las e exprimir com autenticidade.</p>
<p>Então, faço votos que a educação contemporânea leve em conta mais globalmente o seu principal ator: a criança. Que os contatos entre jovens, crianças, educadores e pais se construam a partir desta expressão de respeito mútuo!</p>
<p><strong>Referências bibliográficas</strong>:</p>
<p>ROGERS, Carl. A Terapia Centrada no paciente. Lisboa: Moraes, 1974.</p>
<p>FAURE, Jean-Philippe. Educar em Punições nem Recompensas. Petrópolis: RJ: Vozes, 2008.</p>
<p>STEINER, Rudolf. A educação da criança segundo a ciência espiritual. São Paulo: Antrosófica, 1998.</p>
<p>www.cnvc.org</p>
<p>&nbsp;</p>
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			<media:title type="html">Lu Rochael</media:title>
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			<media:title type="html">Child Lying in a Tent</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>O valor do pai para a criança</title>
		<link>http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/2011/05/25/o-valor-do-pai-para-a-crianca/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 14:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciene Rochael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A maternidade e a relação mãe-filho não estão desvinculadas da relação da mulher com o marido ou pai da criança. A figura do pai da criança deve fazer parte do mundo mantal da mãe, que assim inclui na relação mãe-filho, tanto de forma concreta como simbólica. Cria-se assim uma das condições básicas para o estabelecimento [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=664&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/05/00178815.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-665" title="00178815" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/05/00178815.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a>A maternidade e a relação mãe-filho não estão desvinculadas da relação da mulher com o marido ou pai da criança. A figura do pai da criança deve fazer parte do mundo mantal da mãe, que assim inclui na relação mãe-filho, tanto de forma concreta como simbólica. Cria-se assim uma das condições básicas para o estabelecimento e a evolução saudável do Complexo de Édipo na criança. O pai junto da mãe, fornece ao filho uma &#8220;base segura&#8221;, uma estabilidade imprescindível para o desenvolvimento da saúde mental.</p>
<p>Bowlby afirma que a partir dessa base segura a criança &#8211; e posteriormente o adolescente &#8211; poderá explorar o mundo exterior e a ela retornar quando necessário. Ele compara esse papel da família com o de uma base militar, da qual parte uma força expedicionária cujo comandante só ousa ir avante e correr riscos quando confia na segurança da sua base. A confiança da criança e do adolescente na segurança da sua base familiar gera estabilidade emocional, o que lhe capacita aproveitar satisfatoriamente as oportunidades oferecidas pela vida.</p>
<p>Para Winnicott (1993), cabe à família fornecer a estabilidade necessária para o crescimento saudável da criança. Ela funciona como um &#8220;cimento&#8221; a partir da qual o indivíduo pode atingir maturidade emocional &#8211; que para Winnicott é sinônimo de saúde mental &#8211; em um caminho de transição entre o cuidado dos pais e da vida social. Os afastamentos em direção ao mundo externo precisam contar com o apoio da família e na verdade só ocorrem em relação às figuras externas dos pais, pois estas permanecem sempre vivas na realidade psíquica e interior de cada um. Quando há uma ruptura ou ameaça de desintegração na família, pode haver na criança um crescimento emocional prematuro e um estabelecimento precoce da independência. Isso, porém, não é saúde.</p>
<p>O valor do pai para a criança é compreendido em três campos principais:</p>
<p>Em primeiro lugar, pela relação entre os pais que, quando feliz, proporciona à criança segurança e fornece parte dos alicerces para o problema das relações triangulares.</p>
<p>Em segundo lugar, o pai é importante para proporcionar à mãe suporte para autoridade, sustentar a lei e a ordem que a mãe implanta na vida da criança.</p>
<p>Em terceiro lugar, a criança precisa do pai por causa de suas qualidades positivas e que o distinguem dos outros homens que, com a vivacidade de que se reveste a sua personalidade, enriquece o mundo da criança.</p>
<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/05/j0409739.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-666" title="Family Lying Down on the Grass" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/05/j0409739.jpg?w=300&#038;h=209" alt="" width="300" height="209" /></a>Sabemos que pai e mãe juntos, vão desempenhar as funções paternas e maternas para o filho, o que não quer dizer que esses papéis não possam ser alternados no dia a dia com a criança. Quando a mãe apresenta dificuldades no desempenho das funções maternas, o pai pode assumir a função de compensar o filho pelas deficiências da mãe, e vice-versa. No entanto, a compensação do pai não impede que a criança apresente os traços decorrentes da falta materna: carência afetiva, insegurança emocional, voracidade.</p>
<p>Uma relação amorosa feliz entre a mulher e o marido revela-se muito benéfica para a experiência da maternidade e para a relação mãe-filho. Um vínculo gratificante e afetivo como marido proporciona à mulher uma sensação de apoio e segurança, ajudando-a a enfrentar as dificuldades e angústias ligadas ao desempenho de seu papel materno. Nos casos em que o marido se mostra participativo e envolvido com seu papel, sua presença revela-se um fator integrador para a família, colaborando na criação das condições de uma vida familiar rica e saudável para seus membros. Esse fato depende tanto das condições psíquicas do marido quanto da mulher, que precisa &#8220;abrir espaço&#8221;  para o mesmo na relação que ela estabelece com o filho.</p>
<p>Por outro lado, a relação infeliz entre o casal é causa de grandes conflitos na vida familiar, trazendo inevitáveis prejuízos para a criança. A criança é sensível às relações entre seus pais, e se tudo correr bem &#8220;entre as paredes do lar&#8221;, a criança se torna mais contente e mais fácil de conduzir, o que se constitui como &#8220;segurança social&#8221;. A infelicidade entre o casal traz reflexos para a experiência de maternidade e, entre eles, a mulher pode procurar compensar sua infelicidade conjugal por meio da relação com o filho. A mãe desloca para o filho parte do afeto que não encontra na relação com o marido, tentando dessa forma compensar suas carências e frustrações na vida conjugal. Essa situação pode levar a uma intensificação da relação dual entre mãe e criança, dificultando o crescimento e separação mãe-filho, ao mesmo tempo em que uma sensação, na criança, de dívida à mãe, pelo excesso de afeto recebido, e de culpa ao pai, por sua exclusão.</p>
<p>Para muitos casais, a vinda de um filho oferece ganhos e enriquecimento da família, e eles se sentem muito beneficiados pelo fato. A maturidade emocional do casal possibilita que eles aceitem as mudanças advindas da presença do filho em suas vidas, sem ressentimentos excessivos pela perda das condiçõrs anteriores. Predominam os sentimentos de ganho e prazer pela nova situação, encontrando grande satisfação no amor e dedicação ao filho, ao mesmo tempo em que sentem que a união marido-mulher se fortalece após terem atingido condição de pais.</p>
<p>Uma imaturidade mais acentuada dos pais, ou de um deles, pode causar sentimentos mais intensos de pesar pela perda da relação dual marido-mulher. Tais sentimentos tem sua origem, em desejos primitivos de exclusão na relação com a própria mãe. Conservando uma posição mais egocêntrica, pode ser mais difícil a um dos pais aceitar a inclusão do filho na vida do casal e a perda exclusividade na relação com o cônjugue.</p>
<p>Refrência bibliográfica: FELICE, E. M. Vivências da Maternidade. Editora Vetor.</p>
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			<media:title type="html">Lu Rochael</media:title>
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			<media:title type="html">Family Lying Down on the Grass</media:title>
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		<title>Certo e errado: o equilíbrio da vida</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 01:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciene Rochael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia e Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Patrícia Quaresma Ragone, psicóloga e pedagoga, especialista em Terapia Cognitiva. Matéria da Revista Psique, número 49. Família é a chave de tudo. O núcleo familiar consiste no pilar sobre o qual a criança e o adolescente irão desenvolver e edificar seus esquemas cognitivos, sejam estes funcionais ou não. As mudanças na sociedade contemporânea afetam [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=psicologiaeeducacao.wordpress.com&amp;blog=4093584&amp;post=659&amp;subd=psicologiaeeducacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Patrícia Quaresma Ragone, psicóloga e pedagoga, especialista em Terapia Cognitiva. </em></p>
<p><em>Matéria da Revista Psique, número 49.</em></p>
<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/05/j0409455.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-660" title="Mother Helping Daughter with Her Homework" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/05/j0409455.jpg?w=300&#038;h=199" alt="" width="300" height="199" /></a>Família é a chave de tudo. O núcleo familiar consiste no pilar sobre o qual a criança e o adolescente irão desenvolver e edificar seus esquemas cognitivos, sejam estes funcionais ou não. As mudanças na sociedade contemporânea afetam a família, inclusive na sua prórpia concepção. O que definirá uma família como tal é a responsabilidade e o compromisso assumido perante a criança.</p>
<p>Se a família apresenta diversos arranjos, isso não exclui a preocupação com a sua funcionalidade. A questão central continua a ser: como auxiliar os pais na criação dos filhos. Para responder a essa questão busca-se apresentar aos pais uma nova forma de ver como as pessoas empregam o pensar para resolver os problemas ou, mesmo criá-los ou agravá-los. Tudo isso embasado na Terapia Cognitiva.</p>
<p>Sabemos que a forma como se educa um filho reflete-se no modo como ele se comportará e nos aspectos que valorizará em sua vida futura. Isso ocorre por meio de aprendizagem de idéias, crenças e valores que ditam as regras do pensar e do agir da criança nas diferentes situações de seu dia a dia. Por isso, os pais têm grande responsabilidade na criação dos filhos e uma forma de contribuir positivamente é analisar o estilo de educação que se transmite a eles.</p>
<p>A postura pessimista ou otimista dos pais terá uma relação direta diante das situações. A idéia não é mascarar o fracasso ou o erro, e sim propor uma nova maneira de refletir sobre a situação.</p>
<p>Diante de um momento ruim, os pais otimistas terão a capacidade de mostrar ao filho que os maus eventos são passageiros. São esses pais otimistas que ajudam os filhos a relativizar situações, a ganhar flexibilidade de pensamento e, assim, desenvolver esquemas mentais mais funcionais de autoestima, competência e adequação social.</p>
<p>Estimular atitudes positivas, definir limites e aplicar uma punição, enfim, ser pai comporta uma infinidade de ações que, muitas vezes, são realizadas sem que se percebam seus impactos na formação dos filhos. Tomar decisões no momento de educar a criança ou adolescente não é um processo fácil, principalmente quando se trata de recompensar ou punir os filhos.</p>
<p>Dúvidas sobre a maneira mais adequada de corrigir um comportamento ou, ao contrário, estimulá-lo são frequentes. Como fazer com que os filhos ajam de uma maneira ou de outra? Para a maioria, a resposta seria impor limites que, se ultrapassados, precisariam ser novamente impostos por meio de pun~ição. O que se ignora, nesses casos, é o poder do reforço.</p>
<p>O reforço é uma estratégia comportamental básica que geralmente produz resultados rápidos para a obtenção de comportamentos-alvo desejavéis. Ele pode ser implementado de várias formas, como dar alguma coisa (elogio, abraço, atenção), o que seria um reforço positivo, ou tirar  ou proibir algo, o que constituiria assim um reforço negativo.</p>
<p>Ao elogiar, os pais precisam entender que os reforços verbais devem ser imediatos e isentos de críticas. Se a intenção é recompensar o filho, não tem sentido o reforço vir acompanhado de algum julgamento. O objetivo é incentivar a prática de um comportamento desejável, e não julgar a criança ou adolescente.</p>
<p>É importante que os pais entendam que, ao empregar com frequência esses esforços ao comportamento desejável, eles estarão contribuindo para a diminuição dos comportamentos indesejáveis e, portanto, aos poucos, deverão gastar menos tempo e esforço com a punição.</p>
<p>O envolvimento dos pais na formação dos filhos, inclusive no que se refere ao incentivo aos comportamentos desejavéis, requer, ainda, momentos de integração familiar. A criança e o adolescente precisam sentir que os pais gostam de sua presença, se interessam por eles e preocupam com seu bem-estar. Sentimentos assim ativam os esquemas funcionais de estima, adequação e competência. A presença dos pais em apresentação de danças, competições ou eventos promovidos pela escola é fundamental para despertar no filho tais esquemas.</p>
<p>Na atualidade, a falta de tempo constitui um problema para a realização das atividades que integram a família. Cada núcleo familiar deve criar os próprios momentos: um almoço no domingo, uma conversa na hora de dormir, um final de semana juntos.</p>
<p>No dia a dia, há momentos em que não cabe alternativa senão a de ordenar e se fazer obedecer. Mas, mesmo nesses momentos, é necessário saber a forma mais adequada de dar uma ordem, uma instrução ou até mesmo efetuar uma punição. Inicialmente, os pais devem ter certeza de que as regras expostas aos filhos estã claras e, portanto, não são arbitrárias.</p>
<p>As crianças e adolescentes precisam identificar os limites: o que se pode ou não fazer e quais as sanções no caso da infração dessas regras. A figura de autoridade fundamental para fazer com que as regras e limites sejam incorporados, especialmente entre os seis e dez anos de idade, período em que as crianças desenvolvem a moral, incluindo noções de valores ligados à ética, a ideia de certo e errado, de verdadeiro e do falso.</p>
<p>Ao dar uma ordem, deve-se evitar palavras que possam ser confundidas com pedidos ou súplicas. Isso reduz a possibilidade da criança acreditar que pode escolher entre seguir ou não a ordem dada. Uma vez estabelecidos os limites, os pais não podem ficar passivos diante da transgressão. Ignorá-los seria passar uma mensagem ao filho de que ele não precisa obedecer a ninguém. Alguns passos podem ajudar, são eles:</p>
<p>Dar comandos específicos incluindo espaço de tempo para o cumprimento do que foi mandado.</p>
<p>Uma vez cumprida a ordem, para que tal comportamento se repita é necessário recorrer aos reforços. Se a criança ou adolescente não obedecer, caberá aos pais utilizar técnicas de punição com vistas a corrigir ou evitar o comportamento indesejável. O que os pais devem lembrar é que, para cada idade há uma estrutura cognitiva correspondente, e isso deve ser levado em conta ao se exigir determinado comportamento, estabelecer regras e dar ordens.</p>
<p>Não se deve ensinar às crianças que bater nas pessoas é um método aceitável de resolver os problemas da vida, por isso o castigo físico é totalmente desaconselhado, assim como as agressões verbais. Ao se dirigirem aos filhos de forma agressiva, além de minar a qualidade da relação entre eles, desviam o conteúdo da mensagem para a forma como ela está sendo transmitida. As crianças aprendem muito mais com o comportamento dos pais.</p>
<p>É preciso frisar que algumas regras são absolutas &#8211; não roubar, não fazer o mal, não destruir &#8211; portanto, devem ser respeitadas por todos. Os comportamentos estão muitas vezes associados aos estágios de desenvolvimento da criança e do adolescente. Identificando cada etapa, os pais poderão contribuir para o aprendizado do filho.</p>
<p>FILHOS ADOLESCENTES</p>
<p><a href="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/05/j0439326.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-661" title="School Kids Diversity" src="http://psicologiaeeducacao.files.wordpress.com/2011/05/j0439326.jpg?w=300&#038;h=233" alt="" width="300" height="233" /></a> A comunicação entre pais e adolescentes pode se tornar mais problemática. Para comunicar com o mundo suas ideais e valores, os adolescentes mudam seu jeito de se vestir, de se pentear, colocam piercings, brincos, tatuagens. Cabe aos pais tentar entender o que eles estào querendo dizer sem ficarem presos necessariamente à questão da aparência.</p>
<p>Outro ponto que os pais devem ficar atentos é a relação àquela disposição de isolamento da família. Essa indisposição não é de caráter pessoal e permanente. A postura típica do adolescente não necessariamente significa que este queira desacatar os pais, mas que aquilo faz parte do silêncio de que ele necessita, e deve ser tomada em caráter transitório.</p>
<p>Os adolescentes precisam se distanciar temporariamente dos vínculos primários para ver o quão estão prontos para alçar voo próprio. O problema é justamente a interpretação que os pais fazem desse comportamento. Se estes entendessem que essa fase não é de caráter definitivo, que a postura do filho não constitui um ataque pessoal, mas tem, inclusive, causas hormonais e psicológicas, ficariam menos incomodados, e os conflitos nas famílias ocorreriam em menor escala e por menos tempo.</p>
<p>Ser pai não é ser 100% responsável pelo sucesso ou fracasso dos filhos. Assim, deve-se definir quais são as preocupações produtivas, eliminando as improdutivas. As preocupações produtivas são aquelas que o pai define como meta para o filho. É tudo aquilo que se consegue transformar em alternativas e em soluções que geram crescimento.</p>
<p>Já as angústias surgem com as preocupações improdutivas. Preocupar-se se o filho será uma pessoa feliz, se será aceito pelos colegas é algo desnecessário naquele momento de vida.</p>
<p>Os pais não devem ter medo de serem pais, esse comportamento está trazendo enormes prejuízos para a família. Criar filhos não deve ser encarado como algo muito complexo, mas de forma simples. Deve-se trabalhar com a perspectiva do erro e do acerto, de ter sempre o dia seguinte para recomeçar. Além de perderem o medo de errar, porque isso faz parte da vida.</p>
<p>Aceitar-se como ser humano implica, que ser pai não é anular-se. Para serem pais funcionais é necessário não esquecer seus sonhos pessoais, manter interesses próprios e, em nenhum caso, se comportar como escravo dos filhos. Acreditar no seu poder como pai ou não mãe não significa ter completa segurança que seu filho seguirá uma ordem totalmente estabelecida. Na verdade é acreditar que você forneceu a ele a base psicológica para que ele consiga ter discernimento e siga o caminho certo.</p>
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